segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Um Feliz Natal a todos!!!


Queria desejar um feliz Natal a todos os meus alunos, amigos e familiares!

Obrigada por acompanhar o blog neste ano!

Ano que vem tem mais!

Estou preparando algumas novidades para 2012, aguardem!

Um grande abraço

Maria Clara

Notícias das últimas semanas

Olá a todos!

Vocês viram as notícias da semana passada sobre o CERN?

Na terça-feira passada, dia 13/12 os cientistas do CERN divulgaram os resultados que obtiveram até então sobre o bóson de Higgs, aquela partícula que pela teoria (modelo padrão) deveria existir e que ainda não foi detectada. Ela que seria responsável pela massa das partículas elementares.

Eles ainda não acharam esta partícula, mas dizem ter encurralado o bóson de Higgs. Os dados ainda não são definitivos e suficientes para dizer que descobriram a partícula, porém já coseguem saber onde procurar, ou seja, em que faixa de energia ele se encontraria. Isso é um grande avanço!

Vamos acompanhando os avanços das pesquisas! A promessa é que até o final do ano de 2012 se saiba se existe ou não o bóson de Higgs.

Se existir, é mais uma comprovação de que o Modelo Padrão é satisfatório. Se não existir, os físicos deverão inventar novas teorias para explicar o mundo das partículas.

Saiba um pouco mais nos links abaixo:

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cientistas-estao-muito-perto-de-encontrar-a-particula-de-deus,810335,0.htm

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/fisicos-anunciam-ter-encurralado-particula-de-deus.html

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/brasileiros-explicam-importancia-da-particula-de-deus.html

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/12/cientistas-anunciam-avanco-na-busca-por-particula-de-deus-nesta-terca.html
 

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Mais uma notícia sobre o LHC

Olá pessoal!
Já faz um tempinho que não coloco coisas novas no blog. Vou começar a alimentar o blog novamente. Saiu este notícia bem legal no site da Sociedade Brasileira de Física (SBF) falando sobre alguns resultados obtidos no detector LHCb. Alguns termos específicos que estão sendo usados na notícia, eu ainda vou explicar melhor aqui no site, aguardem!

LHC dá pistas sobre o que pode ser uma nova era na física

Experimento encontra disparidade entre matéria e antimatéria que aparentemente não pode ser explicada pelas teorias atualmente aceitas

Um resultado recém-obtido pelo LHC, o maior acelerador de partículas do mundo, ajuda a explicar por que tudo no Universo é feito de matéria, não antimatéria. De quebra, pode abalar as fundações sobre as quais se assenta toda a ciência sobre esses componentes mais elementares do cosmos.

O experimento LHCb, instalado no anel subterrâneo do acelerador de partículas, na fronteira entre a França e a Suíça, fez uma série de observações focadas num tipo específico de quark.

É raro encontrar alguém de fora do mundo da física que já tenha ouvido falar de quarks. Mas eles estão por toda parte – são os componentes básicos das partículas que moram no coração dos átomos, os famosos prótons e nêutrons.

Além de formar essa dupla bem conhecida, eles também podem ser combinados para produzir uma miríade de outras partículas, muitas delas instáveis. E vêm em vários sabores.

O experimento LHCb, por exemplo, é uma sigla para LHC bottom, porque originalmente ia estudar o quark do tipo bottom ("baixo"). Mas os cientistas decidiram usá-lo também para investigar um primo dele, o charme.

Em colisões bombásticas de partículas, o LHC fabricou toneladas de tijolos elementares conhecidos como mésons D, compostos por um quark charm e um chamado up. Altamente instáveis, eles se desintegram numa fração de segundo. Tão rápido que os detectores nem conseguem vê-los.

Contudo, ao se desintegrar, os mésons D disparam partículas menores e mais estáveis, essas sim detectáveis. Aí, a partir delas, os físicos conseguem reconstruir a característica das entidades que as precederam.

Matéria e antimatéria

No experimento, foram naturalmente produzidos mésons D de dois tipos diferentes. Alguns usavam um quark charme, e outras usavam um antiquark charme.

Faz tempo que os físicos descobriram que, para toda partícula, existe uma versão "espelhada" dela mesma, por assim dizer. São as antipartículas, que têm características muito semelhantes às suas contrapartes de matéria, mas com carga oposta.

Um exemplo conhecido de antipartícula é o pósitron, usado nas tomografias médicas. Ele é uma versão "alternativa" do elétron, igualzinho em tudo, mas com carga positiva em vez de negativa.

O fato de ser possível criar e manipular antimatéria em laboratório por si só já traz um enigma: por que o Universo inteiro, não importa para onde olhemos, é feito só de matéria?

Os cientistas desconfiam que há alguma diferença sutil entre matéria e antimatéria que faça com que uma seja um pouquinho mais fabricada que a outra. Essa pequena sobra de matéria seria a matéria-prima para tudo que vemos hoje no cosmos (o resto teria se aniquilado mutuamente, uma vez que partículas e antipartículas, quando se encontram, se desintegram em energia pura).

A atual teoria que explica o comportamento de todas as partículas, o chamado Modelo Padrão, até consegue comportar uma pequena variação. Mas o que os cientistas encontraram no LHCb foi uma variação bem maior que a esperada _a desintegração de mésons D com quarks charme foi vista 0,8% mais que a dos com antiquarks.

"O fato de não ser do nível que a gente esperava significa que pode estar faltando alguma coisa no Modelo Padrão. Algum tipo de física nova que a gente não tenha", explica Miriam Gandelman, pesquisadora da UFRJ que trabalha no experimento LHCb. "Por isso ficamos tão animados."

Cautela

Os resultados foram apresentados numa conferência em Paris, mas ainda não foram publicados formalmente num periódico científico (um artigo está sendo finalizado no momento). E o grupo está fazendo novos testes no LHC para confirmar as conclusões iniciais.

Se forem confirmados, além de ajudar a explicar por que o Universo é predominantemente feito de matéria, os experimentos podem iluminar o caminho para uma nova etapa da física, que transcenda as limitações do Modelo Padrão.

Mas é cedo para presumir isso, mesmo se tudo estiver certinho. Gustavo Burdman, físico teórico da USP não envolvido com o estudo, indica que há certos fatores que podem explicar esse resultado em particular.

"Um jeito de testar se o que está acontecendo nos decaimentos é nova física ou não é fazer medições em outros parâmetros que podem ser também atingidos caso o efeito seja de nova física", diz.

De toda forma, a novidade é uma coisa boa para o LHC, cujo propósito maior é justamente testar conceitos da física de partículas que até então não podiam ser verificados em laboratório. De preferência, com algumas surpresas ao longo do caminho.

CONTATOS

Miriam Gandelman (UFRJ)
E-mail: miriam@if.ufrj.br
Fone: +55 21 2562-7914

Gustavo Burdman (USP)
E-mail: burdman@if.usp.br
Fone: +55 11 3091-7037

Comunicação Social da SBF
Salvador Nogueira
E-mail: comunicacao@sbfisica.org.br
Fone: +55 11 9178-9661

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Projeto Eratóstenes - 22 e 23 de setembro de 2011

Eu e meus alunos do grupo de Astronomia participamos do projeto Eratóstenes em setembro. Ele consiste em medir a sombra de um gnomon (pedaço de madeira fincado em algo) no meio dia solar. Com estes dados, e entrando em contato com outras localidades que também fizeram as medidas, é possível calcular a circunferência terrestre (2. PI. R) e a partir daí, o raio da Terra.

Entramos em contato com outras escolas brasileiras e argentinas e fizemos os cálculos. Em breve posto aqui nossos resultados!

Abaixo algumas fotos das medições do dia 22/09/2011:






Vejam este programa que passou dia 15 de outubro no Globo Ciência falando sobre a experiência que Eratóstenes fez. Fala também de Arquimedes, muito bom:

Experiência vencedora da Feira Cultural: Condutor de Luz - Fibra Óptica

Depois de avaliar todas as experiências apresentadas na Feira Cultural, venho divulgar a equipe vencedora:

Experiência: Condutor de Luz - Fibra Óptica

Michael Douglas Cardoso da Silva (2B)
Tamires de Oliveira Guaratini(2B)
Gabriel Biajoli Cicchetto(2B)
Antonio Carlos Munhoz da Silva(2A)



A experiência foi muito bem feita, e muito bem explicada pelos integrantes do grupo! Meus parabéns!!

Vocês tem direito a chocolatinhos Suiços! Amanhã e sexta eu entrego!

O restante das fotos no CERN (quinto e sexto dia de curso)

Aqui estão as últimas fotos que ainda não tinha postado.

Abaixo estão as fotos do quinto dia. No final do dia tivemos um ótimo Churrasco Português! Uma delícia!



Aqui estão as fotos do sexto dia de curso e nossa despedida do CERN e de Genebra... Snif... Vejam que lindas as fotos do anoitecer, no centro de Genebra, com a Lua e o Jet D'Eau (Jato Dágua) ao fundo! Maravilhosos! Bem no finalzinho tentei tirar fotos de Júpiter, que estava super brilhante e consegui ver a Estrala Polar!!! Que emoção! Chequei no Stellarium e tudo! Só não consegui registrar com minha câmera amadora... Mas vão ficar registrados na memória, com certeza!!!




E por último, uma foto da madrugada do sexto dia, quando estava me despedindo de parte do grupo que iria embora (Mainara, Wanderson e Rubem). Uns rapazes estavam tocando música, com violino e tudo! Depois as nossas últimas fotos no sétimo dia já indo para o aeroporto (eu, Wagner, Evando e Dóris (portuguesa)). Aqui começava a minha pequena e inesquecível estadia em Portugal com meus queridos familiares que ainda não conhecia! Saudades de todos! Vejam que lindas as fotos dos Alpes Suiços tiradas do avião! Um espetáculo!!!

domingo, 23 de outubro de 2011

Feira Cultural e Bingo no Patriarca

Aqui estão algumas fotos da Feira Cultural no dia 7/10 e do Bingo no dia 08/10.





 


Ganhei uma piscina no Bingo!!!! Depois quando voltava para casa, meu carrou quebrou e vim guinchada para casa! Sorte por um lado, azar pelo outro...

domingo, 9 de outubro de 2011

Professores blogueiros descrevem viagem ao CERN

Docentes criam blogs para contar a seus alunos suas experiências no maior laboratório do mundo em pesquisas voltadas para a física de partículas

CERN-2011Durante a Escola de Professores do CERN de 2011, alunos e interessados puderam se beneficiar dos resultados em tempo real. Como complemento paradidático, alguns dos docentes participantes do programa fizeram uso de blogs na internet para relatar a seus alunos as experiências vividas durante a visita a Genebra, na fronteira franco-suíça, entre os dias 4 e 9 de setembro de 2011.

Os blogs mostravam de forma didática e bem-humorada a aventura dos professores nas dependências do LHC (Large Hadron Collider), atualmente o maior acelerador de partículas do mundo em funcionamento. Os professores ficaram surpreendidos pelo interesse e pelas dúvidas dos alunos sobre a viagem.

A notícia na íntegra se encontra em:  http://www.sbfisica.org.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=343:professores-blogueiros-descrevem-viagem-ao-cern&catid=97:outubro-2011&Itemid=270

Mais uma notícia sobre o prêmio Nobel de Física

Olá a todos!

Achei outra reportagem falando do prêmio Nobel de Física para os caras que provaram que o Universo está se expandindo aceleradamente. A notícia é bem explicativa, vale a pena ler: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/10/tres-cientistas-recebem-nobel-por-estudos-sobre-aceleracao-do-universo.html

Boa leitura!

Linda imagem de uma "estrela cadente" e da aurora boreal na Suécia

Olha que imagem linda esta:




Vale lembrar que o que chamamos de "estrelas cadentes" não são estrelas que caem. As estrelas não caem! O que vemos são meteoros que entram na atmosfera. Quando eles conseguem atingir o solo terrestre chamamos de meteoritos.

Vemos este rastro brilhante por conta do atrito do meteoro com o ar, fazendo com que ele se queime. Quando ele não é muito grande, ele se consome por completo e não consegue atingir o solo. Outras vezes, o atrito não é suficiente para destruir todo o meteoro, então consegue atingir o solo. Temos aí os meteoritos!

Saiba mais sobre meteoritos aqui neste ótimo site: http://www.meteoritos.com.br/

Já as auroras boreais ou austrais (Boreal para o Pólo Norte e Austral para o Pólo Sul) ocorrem nos pólos do planeta Terra e de outros planetas também por conta do campo magnético ser mais intenso nos pólos.

Somos atravessados por raios cósmicos constantemente, que são compostos de diversas partículas com alta energia. Quando elas passam por estas regiões de campo magnético intenso, são excitadas e com isso emitem luz, criando este lindo espetáculo da natureza.

Saiba mais sobre auroras aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aurora_polar

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mais fotos da minha viagem! Quarto dia de curso.

Esta apresentação de slide está maior, pois neste dia tivemos curso de manhã lá no CERN e à tarde fizemos uma atividade de Caça ao Tesouro em Genebra.

Tivemos que passar em vários pontos turísticos da cidade e pegar algumas pistas! Foi bem divertido!

Vejam como Genebra é linda!!

No final o CERN ofereceu um jantar para a gente em um restaurante no Hotel Edelweiss. Edelweiss é uma flor típica da região. Quem já viu o filme "A noviça rebelde" (The Sound of Music)? Pois é, o capitão Von Trapp canta uma música com este nome no filme. Lá no restaurante tinha música ao vivo e eles também cantaram lá! Emocionante!! Chorei a beça neste dia! Fiquei muito emocionada com tudo aquilo que estava vivendo e com a oportunidade de conhecer o CERN. Foi tudo maravilhoso!

Vejam as fotos que vão entender melhor o que estou dizendo!

Abraços


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Atenção alunos do Patriarca! E os chocolates vão para...

Como prometido, as melhores provas do 3° bimestre de cada sala iriam ganhar chocolatinhos suiços!

Corrigi belíssimas provas!! Estão todos de parabéns!

E os felizardos são:

2° A    Daiane Inácia Gonçalves   - Nota: 9,9
           Weena Anabelle Henrique - Nota: 9,9

  2°B   Eduardo de Lima Dourado  - Nota: 10,0
          Gabriel Biajoli Cicchetto     - Nota: 10,0

 2°C          Victor Fujihira                - Nota: 9,8
                  Luana Cardoso Santos   - Nota: 9,6

   3°A     Fábio Alessandro Biajoli    - Nota: 8,8
               Elivelton Fabricio da Rosa - Nota: 8,4

    3°B    Letícia Farias dos Santos   - Nota: 10,0
                   Tamires da Silva Ferreira - Nota: 10,0


Também serão premiados os melhores comentários no blog, com perguntas interessantes.

Os felizardos são:

 Rafael Martins Bife - 3°B
 Thaís Biazio da Silva - 3°B
 Michael Douglas Cardoso da Silva - 2°B

Parabéns!!!!!!!!!!

Preparem-se para a Feira Cultural! As melhores experiências também serão premiadas!

Competição de Pontes de Macarrão na ETECAP - 28/09/2011

Foi um sucesso a Competição de Pontes de Macarrão com o 1°F e 1°G da ETECAP.

Hoje foi o dia de premiação! As equipes ganhadoras receberam chocolatinhos suiços! Hummmm!!!

Todos os participantes estão de parabéns!!

Abaixo estão as fotos em slides, do 1°G e depois do 1°F (com exceção das últimas fotos que são também do grupo vencedor do 1°G):





Aqui estão as fotos de hoje da premiação:



Prontos para o próximo desafio??

Prêmio Nobel para o Enigma da Energia Escura

Caros alunos,
Depois podemos discutir sobre isso na aula ok?!
Boa leitura! 

Descoberta de que o Universo está se expandindo em ritmo acelerado,graças a uma força contrária à gravidade, foi feita em 1998 por dois grupos independentes

O Prêmio Nobel em Física de 2011 acaba de ser anunciado pela Academia Real de Ciências da Suécia e vai para um trio de cientistas que abalou as fundações da cosmologia ao constatar que a expansão do Universo está se acelerando.

Metade do prêmio, no valor de 10 milhões de coroas suecas, ficou com Saul Perlmutter, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley e da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, enquanto a outra metade foi dividida entre Brian Schmidt, da Universidade Nacional Australiana, e Adam Riess, da Universidade Johns Hopkins e do STScI (Instituto de Ciência do Telescópio Espacial), nos Estados Unidos.
 
A chave da descoberta foi o estudo de um tipo particular de supernova. Em tese, essas estrelas, denominadas Ia ("um-a"), explodem sempre com a mesma intensidade, o que faz com que seu brilho possa ser usado como uma referência relativamente segura para medir a distância e a velocidade de afastamento (baseada na distorção que a luz sofre ao partir de objetos em movimento na nossa direção, o chamado efeito Doppler).

O grupo de Perlmutter foi o primeiro dos dois a trabalhar com isso, em 1988. Em 1994, Schmidt e Riess se juntaram ao esforço. As equipes queriam usar as supernovas distantes como "faróis" no espaço, de forma a mapear o Universo. Mas o que eles descobriram, ao mesmo tempo, em 1998, foi muito mais assustador.

Os grupos encontraram cerca de 50 supernovas cuja luz era mais fraca do que deveria ser. Ao comparar a velocidade de afastamento delas com a de outras mais próximas, eles descobriram que a expansão do cosmos, iniciada com o Big Bang, está se acelerando.

Por tudo que se sabia até então, a expectativa era de que o ritmo de expansão estivesse sendo paulatinamente contido pela gravidade de todos os objetos do cosmos, atraindo-se uns aos outros e combatendo os efeitos do Big Bang. Contudo, ao que parece, há uma força desconhecida agindo contra a gravidade -- e vencendo.

Nasceu assim o misterioso conceito da energia escura. Sua natureza exata continua um enigma. Há quem defenda que se trata da própria energia contida no vácuo, potencializada pelo aumento de "vazio" entre as galáxias conforme a expansão cósmica foi avançando, mas a palavra final está longe de ser dada. E, como ela parece corresponder a cerca de três quartos de tudo que existe no Universo, fica a sensação de que ainda há muito trabalho a ser feito pelos físicos até que todos os mecanismos do cosmos estejam devidamente esclarecidos.

Vejam também esta entrevista da CBN Brasil com Elcio Abdalla, professor titular do instituto de física da Universidade de São Paulo sobre este tema:


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Neutrinos mais rápidos que a luz?

Medição de velocidade feita por grupo europeu provavelmente não está correta, apostam físicos brasileiros

Na semana passada, a notícia de que cientistas haviam encontrado neutrinos mais rápidos que a luz num experimento fez vibrar o mundo da ciência. Caso os resultados estejam corretos, eles devem abalar uma das principais fundações sobre as quais a física moderna está alicerçada: a teoria da relatividade restrita.

Concebida por Albert Einstein em 1905, ela estipula que a velocidade máxima permitida no universo seria a da luz -- cerca de 300 mil km/s. Aparentemente, acelerar qualquer objeto ou partícula além desse limite exigiria energia infinita, que obviamente jamais estaria disponível.

Contudo, sem fazer força alguma, os neutrinos detectados pelo detector OPERA (sigla para Oscillation Project with Emulsion tRacking Apparatus), localizado na Itália, parecem ter percorrido uma distância de cerca de 730 quilômetros 60 bilionésimos de segundo mais depressa do que a luz o faria.
Fosse um medidor de velocidade no trânsito, certamente a pequena transgressão dos neutrinos teria passado sem multa. Mas as leis universais são implacáveis. Se passou a velocidade da luz, a premissa sobre a qual a relatividade restrita foi construída deve estar errada.

Os neutrinos são originalmente gerados no CERN, grande laboratório europeu de física de partículas que fica na fronteira entre a França e a Suíça. E foi lá que os pesquisadores do OPERA tiveram a chance de apresentar seus resultados, num seminário. "Foi uma medição direta do tempo de voo", diz Antonio Ereditato, físico da Universidade de Berna, na Suíça, e representante do grupo. "Medimos a distância e medimos o tempo, então calculamos a velocidade, como se faz na escola." De acordo com os pesquisadores, a margem de erro é de 10 nanossegundos (um sexto da diferença entre a velocidade da luz e a dos neutrinos estudados).

Questões em aberto

A comunidade física está olhando com muito ceticismo os resultados. "Se for verdade, seria fantástico, mas é muito difícil ser verdadeiro", afirma Ronald Shellard, físico do CBPF e vice-presidente da SBF. "A possibilidade de erros numa medida dessas, o que a gente chama de erros sistemáticos, causados por efeitos não levados em conta, como a variação do tamanho da Terra, ou efeitos de maré, podem explicar a discrepância."

Segundo Ereditato, até mesmo eles estão descrentes e acreditam que suas medições podem estar erradas, embora tenham buscado de todas as maneiras eliminar a possibilidade de erro sistemático. A ideia de divulgar é justamente pedir à comunidade científica que investigue o que pode estar acontecendo. "Somos obrigados a dizer alguma coisa", afirmou. "Não poderíamos varrer para debaixo do tapete, poque seria desonesto."

Até mesmo quem trabalha na fronteira da física teórica foi pego de surpresa. Nathan Berkovits, pesquisador da Unesp (Universidade Estadual Paulista), também acredita na hipótese de erro sistemático. Ele trabalha com as supercordas, uma das tentativas de unificar a relatividade e a mecânica quântica num único arcabouço teórico, e um dos preceitos dessa teoria é a existência de outras dimensões espacias, além da que conhecemos. Poderiam os neutrinos estar pegando um "atalho" em outras dimensões para chegar mais cedo que a luz?

"Não conheço nenhum modelo de dimensões enroladas que vá produzir esse efeito", diz Berkovits. "Isso não quer dizer que não exista essa possibilidade, mas nunca ouvi esse tipo de previsão vindo de dimensões enroladas. Para mim, o mais provável é que os experimentais tenham cometido algum erro sistemático."

Diante de tamanho impasse, o mundo da física aguarda ansiosamente novos experimentos, de forma a confirmar ou refutar as medições feitas pelo grupo do OPERA.

CONTATO

Comunicação Social da SBF
Salvador Nogueira
E-mail: comunicacao@sbfisica.org.br
Fone: +55 11 9178-9661

domingo, 25 de setembro de 2011

Como detectar partículas?

Bom, já vimos como obter as partículas elementares, como elas são aceleradas e que precisamos colidir estas partículas com altas energias para poder investigar melhor o produto destas colisões.

Mas como então fazemos esta investigação? Aí é que entram os detectores

Os detectores de partículas são dispositivos especiais que as rastreiam, na maioria das vezes permitem que se reconstrua a trajetória das partículas produzidas pelas colisões.

Uma partícula que tenha carga elétrica, por exemplo, quando passa por um meio qualquer, ela ioniza os átomos deste meio quando interage com eles. Desta forma conseguimos saber se ela passou por ali e por onde ela passou exatamente.

Vocês já viram uma bola de plasma? Nos shoppings sempre tem em umas lojinhas na vitrine em exposição. Abaixo tem uma foto de uma delas. O que acontece nela? No centro da bola são produzidas cargas elétricas que se deslocam para as paredes de vidro. Dentro deste vidro há um gás e quando estes elétrons passam por este gás, ele é ionizado. Quando o gás tende a voltar ao seu estado inicial anterior à excitação, seus átomos emitem luz, que são estes raios bonitos que vemos na bola de plasma. Conseguimos ver então nestes raios, por onde os elétrons passaram, ou seja, sua trajetória.

Já para partículas neutras (que não tem cargas elétricas), não podemos contar com a ionização do meio por qual passam. Aí deve-se aplicar as leis de conservação de quantidade de movimento e de energia, o que possibilita deduzir por onde a partícula passou.
Basicamente o princípio de detecção é esse. É claro que os principais detectores do LHC (ATLAS, CMS, ALICE e LHCb) são bastante sofisticados e precisamos detalhar melhor o processo de detecção. 

Vamos falar sobre isso mais adiante ok?!

Prometo que até a prova de quinta-feira não vai ser postado nada de novo. 


Bons estudos!! Qualquer dúvida, postem em comentários, e as dúvidas serão respondidas ok?!

Referência Bibliográfica: 
PIETROCOLA, M. et al. Coleção Física em Contextos - Pessoal, Social e Histórico.São Paulo: FTD, 2010 - volume 3.

Um pouco mais sobre o LHC

Pessoal, achei uma apresentação bem didática sobre o LHC. Dêem uma olhada: Infelizmente saiu do ar aquela apresentação.

Então coloquei outro vídeo de uma reportagem de 28 de junho de 2009 para que vocês vejam as expectativas de todos com este acelerador:





Quem quiser ver em tela cheia, clique aqui: (Infelizmente saiu do ar...)
http://video.globo.com/FlashShow/0,,18316,00.swf


Esta apresentação (que saiu do ar) foi retirada deste link:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1550336-5603,00.html

Abraços

Notícia do dia 22/09 do Jornal Nacional sobre experiência do CERN

No dia 22 de setembro o Jornal Nacional publicou a seguinte notícia:

Cientistas dizem ter achado partícula mais rápida que a velocidade da luz

Para quem não viu, aqui está a notícia:




A notícia por escrito está neste link:


Sem dúvida é uma notícia muito bacana, mas temos que ter cautela para não tirar conclusões precipitadas. Como o próprio cientista chefe da experiência, Antonio Ereditado disse, eles resolveram divulgar os resultados encontrados para que mais cientistas pudessem testá-los antes de terem conclusões definitivas.

É importante dizer aqui que o limite da velocidade da luz dito na matéria do JN é para o vácuo. Em outros meios já se conseguiu superar este limite, como no efeito Cerenkov.

Se este resultado for mesmo confirmado, muitas coisas na Física deverão ser repensadas, muitas teorias serão reformuladas.

Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos!

CERN em 3 minutos

Aqui está um vídeo do Youtube que fala sobre o CERN em 3 minutos. Só achei  em espanhol e em inglês.

Aqui está o em espanhol:


Aqui está o em inglês:


Como é o processo de acelerar partículas?

Para conseguirmos "observar" as partículas, precisamos fazer com que elas tenham altas energias. Para isso, colocamos as partículas em equipamentos que chamamos de aceleradores de partículas. Eles podem ser de vários tipos: lineares ou circulares.

Em ambos faz-se experiências de colisões. Nos aceleradores lineares, colidem-se partículas com um alvo fixo e nos aceleradores circulares, injeta-se dois feixes de partículas em sentidos opostos e quando estes atingem a velocidade desejada (velocidade próxima a da luz no vácuo), promove-se a colisão destes dois feixes.

O LHC (Large Hadron Collider - Grande colisor de hádrons em português) é um acelerador circular, que tem 27 km de extensão. Porém antes das partículas serem injetadas no LHC elas passam por outros aceleradores, o linear (LINAC 2 - onde começa o processo todo, como falei no post anterior), depois passam pelo Booster, que é circular, depois passam pelo PS e SPS, outros aceleradores circulares com raios maiores que o Booster e só depois é que o feixe é dividido em dois e injetado no LHC. Veja um esquema:

Abaixo tem um simulador para vocês brincarem um pouco:




http://www.hep.ucl.ac.uk/masterclass/Acc_sim2/simulator.html



Vocês devem apertar a tecla START para começar, depois INJECT ELECTRONS. Aí depois de injetar vocês devem segurar a tecla ACCELARATE para acelerar até 100%. Quando estiver pronto, deve-se clicar na tecla TRANSFER para transferir os elétrons para o LHC. Depois faz-se a mesma coisa para os pósitrons (INJECT POSITRONS) e acelerá-los até 100% e depois tranferir para o LHC.

Depois disso tudo, deve-se acelerar novamente os dois feixes e por fim clicar em COLLIDE, para colidir os dois feixes.

Esta é só uma simulação, está faltando alguns dos aceleradores que eu falei, como o  Booster e o PS, e além disso, no LHC aceleram-se prótons ao invés de eletrons e pósitrons. Os prótons são hádrons, por isso o LHC é o grande colisor de hádrons.

Abraços

sábado, 24 de setembro de 2011

Incentivo para os desanimados!

Olá!
Ia ser surpresa, mas como vi que tem muitos alunos desanimados em estudar para a prova, para incentivar, a pessoa que tiver a melhor prova de cada sala vai ganhar chocolatinhos suiços.
Aí sim hein?!
Bons estudos!
Abraços

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fotos do terceiro dia de curso

Mais um pouco de fotos!

Avisos importantes! Provas da semana que vem!

Olá meus queridos alunos do Patriarca!

Só para ficar registrado aqui vou dar algumas orientações para as provas da semana que vem.

Para os terceiros anos (3A e 3B) a prova será constituída de:
- Perguntas sobre o CERN, LHC, partículas elementares, o que se pesquisa no CERN e como acelerar e detectar partículas;
- Perguntas sobre o projeto Foto na Lata (saber explicar o processo de aquisição da foto, revelação e fixação do negativo e positivo)

Para os segundos anos (2A, 2B e 2C) a prova será constituída de:
- Perguntas sobre o CERN, LHC, partículas elementares;
- Perguntas sobre como o som se propaga, altura do som, volume (intensidade) do som e timbre.
-Perguntas sobre como enxergamos as coisas e de como são formadas imagens na câmara escura.

Lembrem-se de ler as notícias do Blog e fazer seus comentários, marcando presença aqui ok?!

Alunos da ETECAP do 1F e 1G, faremos uma atividade semelhante, aguardem!

Bons estudos!

Abraços

Como podemos obter as partículas elementares?

Como será que podemos obter as partículas elementares? O que nós conhecemos mais são os constituintes do átomo: prótons e nêutrons no núcleo e os elétrons na eletrosfera.

Lembrando que somente o elétron é elementar destas três. O próton e o nêutron são formados cada um por outras três partículas que são chamadas quarks - estas sim são elementares.

Mas como tê-las separadamente?

Bem, se quisermos ter um feixe de elétrons, basta aquecer um pedaço de metal. Sabemos que os metais possuem seus elétrons da última camada menos ligados. Se aquecermos o material, eles começam a se agitar até que se desprendem do átomo.

Se quisermos obter prótons, devemos ionizar átomos de hidrogênio. Sabemos que o átomo de hidrogênio é formado por um próton e um elétron. Se tirarmos o elétron, vamos ficar com o hidrogênio ionizado positivamente, ou seja, vai ficar faltando um elétron e teremos apenas o próton. No LHC eles usam prioritariamente feixe de prótons. Aqui nesta foto abaixo tem um cilindro vermelho que é onde está o gás hidrogênio (H2). Aí eles tiram os elétrons como falei anteriormente e  depois injetam os prótons no acelerador linear (LINAC) para depois injetar no acelerador circular (LHC). Este é o começo de todo o processo! Depois vou explicar melhor como se aceleram as partículas.




Mas não existem somente estas partículas. Se quisermos obter partículas mais exóticas?

Aí conseguimos obter por conta dos Raios Cósmicos que vem do espaço e que podemos detectar aqui na Terra, ou em Reatores Nucleares por conta da fissão nuclear que ocorre nos reatores ou nos Aceleradores de Partículas, como o LHC, por conta das colisões entre partículas.

No próximo post falarei de como é o processo de acelerar partículas e de como detectá-las. Acompanhem!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Do fundo do Baú

Mudando um pouco de assunto...
Achei um site que fiz para uma disciplina na Graduação de Tópicos de História da Física em 2005. É simples mas bem interessante! Fala sobre a Astronomia Egípcia.
Este post é especialmente para o grupo de Astronomia do Patriarca.

Confiram: www.ghtc.usp.br/server/Sites-HF/Maria-Clara-Amon/index.html

domingo, 18 de setembro de 2011

Fotos do segundo dia de curso

Aqui vão mais fotos! Ainda não coloquei as legendas. Vou fazer isso aos poucos ok?!
Abraços

Fotos dos dois primeiros dias

Olá pessoal!
Aqui estão algumas fotos do dia que cheguei em Genebra e do segundo dia, que aproveitamos para passear na parte da manhã, e à tarde nosso curso começou.
Aguardem as próximas fotos!
Abraços

sábado, 17 de setembro de 2011

Notícia sobre os professores brasileiros que foram ao CERN

 Segue a notícia que saiu no site da SBF (Sociedade Brasileira de Física - http://www.sbfisica.org.br/v1/index.php?option=com_content&view=article&id=334:cern-recebe-com-sucesso-mais-20-professores-brasileiros&catid=96:setembro-2011&Itemid=270 )

CERN recebe com sucesso mais 20 professores brasileiros

Iniciativa coordenada pela SBF permite que docentes do Ensino Médio das redes pública e privada visitem maior laboratório de física de partículas do mundo

cern-2011-pqnoDepois de uma semana no mais importante laboratório de física de partículas do mundo, 20 professores de Ensino Médio de escolas espalhadas por todo o Brasil voltarão cheios de histórias para contar. O evento é a Escola de Professores no CERN (Centro Europeu de Pesquisa Nucleares), que acontece todos os anos, com coordenação da participação brasileira pela Sociedade Brasileira de Física (SBF). Originalmente voltado para professores de Portugal, em 2009 ele foi expandido para atender a todos os países lusófonos.

Na edição de 2011, realizada entre 4 e 9 de setembro, foram 40 professores portugueses, 10 africanos e asiáticos (de Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Timor) e 20 brasileiros. "São todos professores que atuam somente ou preponderantemente no Ensino Médio", afirma Nilson Marcos Dias Garcia, professor do Departamento de Física do Campus Curitiba da UTFPR e ex-Secretário de Ensino da SBF, que chefiou a delegação brasileira. "Dos participantes deste ano, 13 são professores da rede estadual, 4 da rede federal e 3 de escolas particulares."

O financiamento do programa é feito pela CAPES Educação Básica e conta ainda com o apoio do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

"Os professores brasileiros têm estado muito entusiasmados e empolgados com a oportunidade", destaca Garcia. "O programa consiste em aulas sobre física de partículas e sobre o funcionamento dos equipamentos e processos do CERN, na parte da manhã, e de visitas aos laboratórios e experimentos, à tarde."

O CERN fica na fronteira entre a Suíça e a França, nas proximidades de Genebra. É ele que abriga o LHC (Large Hadron Collider), maior acelerador de partículas do mundo, destinado a recriar, em suas colisões, condições similares às que existiram nos primeiros instantes de vida do Universo.

E nem só de física vive a visita. "Dentro da programação, o grupo também visitou partes importantes da cidade de Genebra", revela Garcia. Com isso, a expectativa é que eles voltem ao Brasil com bagagem suficiente para contagiar seus alunos com o que há de mais empolgante na física contemporânea. Em contrapartida, o CERN espera que colocar seus pesquisadores em contato com professores os motive a se engajar mais ativamente em atividades de divulgação científica.

Confira abaixo a lista completa dos participantes da edição 2011. Eles foram selecionados de acordo com critérios acadêmicos (como o grau de formação, o envolvimento na Olimpíada Brasileira de Física e a participação em programas de treinamento e especialização em ensino) e abrangem as cinco regiões brasileiras.


NOME
INSTITUIÇÃO
CIDADE
UF
ANDRÉIA CRISTIANE MÜLLER
Colégio Estadual 25 de Julho
NOVO HAMBURGO
RS
CARLOS EDUARDO MENDES
Palas Atena Ensino Médio
BELO HORIZONTE
MG
CHRISTIANO NOGUEIRA
Instituto Federal Sul-rio-grandense
PELOTAS
RS
DIELSON PEREIRA HOHENFELD
Intituto Federal de Educação Tecnologica
da Bahia
CAMAÇARI
BA
FABIANA BOTELHO KNEUBIL
Colégio São Luís
SÃO PAULO
SP
FRANCISCO EVANDO N. DOS SANTOS
EEM Gov. César Cals de Oliveira Filho
QUIXADÁ
CE
JOÃO RICARDO QUINTAL
Colégio Pedro II - Unidade Engenho Novo
RIO DE JANEIRO
RJ
JOSÉ BOHLAND FILHO
Instituto Federal do Espiríto Santo - IFES
ARACRUZ
ES
JULIANA LOCH
Colégio Estadual do Paraná
CURITIBA
PR
LUCIANA DA CUNHA FERREIRA
Escola Estadual Berenice Martins
MANAUS
AM
MAINARA BIAZATI GOUVEIA
Escola Estadual Porfíria Paula de Campos
VÁRZEA GRANDE
MT
MARIA CLARA IGREJAS AMON SANTARELLI
Escola Estadual Patriarca da Independência
VINHEDO
SP
OBERLAN DA SILVA
Escola de Referência em Ensino Médio
Profa. Benedita Morais Guerra
MACAPARANA
PE
RAFAEL ANDRADE PEREIRA
Escola Vera Cruz
SÃO PAULO
SP
REGINA FÁTIMA SILVEIRA FERREIRA
EE Dr. Raimundo Alves Torres
VIÇOSA
MG
RONIVAL  JOSE TONON
Colégio Estadual Dr. Xavier da Silva
CURITIBA
PR
RUBEM SILVANEY MAIA DA SILVA
Escola São Felipe
SANTARÉM
PA
WAGNER DA CRUZ SEABRA EIRAS
Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais
Campus Juiz de Fora
JUIZ DE FORA
MG
WAGNER GARCIA PEREIRA
Serviço Social da Industria - 228
BOTUCATU
SP
WANDERSON BREDER
Colégio Estadual Eduardo Breder
NOVA FRIBURGO
RJ

CONTATO

Nilson Garcia (UTFPR)
E-mail: nilson@utfpr.edu.br

Comunicação Social da SBF
Salvador Nogueira
E-mail: comunicacao@sbfisica.org.br
Fone: +55 11 9178-9661

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Cheguei ao Brasil!

Cheguei ao Brasil no dia 13 de setembro, terça à noite. Na quarta de manhã já fui trabalhar na ETECAP e na quinta da E.E. Patriarca da Independência. Já comecei a contar sobre a viagem e sobre o curso.

Queridos alunos, aguardem as atividades especiais que faremos ok?!

Por enquanto vou continuar postando novidades no blog que ainda não deu tempo de contar e continuar aquela série de posts sobre alguns assuntos básicos que precisamos saber para entender a física de partículas.

Para quem ainda não leu, leiam o post sobre o que são partículas elementares ok?! (http://belezadafisica.blogspot.com/2011/08/o-que-sao-particulas-elementares.html) Amanhã postarei como podemos obter algumas partículas e como detectá-las.

Vou colocar também as fotos mais legais que tirei lá aqui no blog. Tenham paciência!

Abraços